Era fim de tarde e ela caminhava só pela areia.
Era o conflito de sua vida que voltava a atormentar.
Havia mudado de amigos e sentia saudades, sua vida tomara rumos não esperados.
Não os classificava como bons ou ruins, apenas diferentes.
Sentia um vazio, uma dúvida e uma grande dor.
Sentou-se a chorar na areia e olhou para o mar.
Pensou que as águas pudessem levar embora o peso que sentia.
Mas sabia que suas decisões eram suas e de mais ninguém.
Achou que mesmo que o mar não pudesse decidir, podia aliviar a dor.
Então ela foi e sem medo se deixou carregar pelas ondas.
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