Olha, lá se vai!
Começou
Não terminou
Se arrasta em seus últimos dias
Me desgasta
Me rasga
As noites mal dormidas
Acordo já cansada
Vai, logo deixa-me
Não tires mais de mim
Não quero mais te ver
Quando acabar, férias terei
Logo, semestre, acabe
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Longa espera
Quando cheguei ainda estava cedo, algo em mim diza pra não ter pressa
Fui até lá, vi muitas pessoas chegarem
Sentia que algo me faltava
Era esse o lugar? Eram essas as pessoas?
Fora uma certa que não fora sem justificar
Todos estavam lá
Mas alguém ali não estava
Tentei distrair minha cabeça que a esssa hora já doía
Quando alguém apareceu, me fez sinal
Mas não, não era quem eu queria
Fiz de conta que o conhecia
Mas estava certa, era engano
Eu já mirava o horizonte meio sem graça
Ouvia um barulho, música, mar ou minha dor
Quando sem mais esperar encontrei o que procurava
Mal me encontrou, me encantou e já se foi
De qualquer jeito valeu a pena esperar.
Fui até lá, vi muitas pessoas chegarem
Sentia que algo me faltava
Era esse o lugar? Eram essas as pessoas?
Fora uma certa que não fora sem justificar
Todos estavam lá
Mas alguém ali não estava
Tentei distrair minha cabeça que a esssa hora já doía
Quando alguém apareceu, me fez sinal
Mas não, não era quem eu queria
Fiz de conta que o conhecia
Mas estava certa, era engano
Eu já mirava o horizonte meio sem graça
Ouvia um barulho, música, mar ou minha dor
Quando sem mais esperar encontrei o que procurava
Mal me encontrou, me encantou e já se foi
De qualquer jeito valeu a pena esperar.
domingo, 21 de novembro de 2010
Festa
"Me abraça, me aperta..."
Acordou a cantarolar essa música que tanto tinha a ver com o que vivera na noite passada.
Havia encontrado aquela que procurava e a teve em seus braços por horas.
Estava tão feliz da vida que continuou a cantar o resto do dia.
"...me prende em suas pernas"
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Dois
Sabe o que vejo em minha frente?
Dois
Uma disputa
Um desequilíbrio
O não ser simples
Os opostos que se atraem
Mas são partes de um mesmo imã
O seno
O cosseno
Os altos e baixos
Apenas dois que se dividem
Mas não se separam
De que lado estou agora?
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
O que você quer de mim?
Já te dei o que pediste. Por que você ainda me pede mais? Sinto-me vazia. Quero o nada. Não tenho o que querer. Quero tudo, mas não posso dizer o que. Apenas deixe-me. Quero ficar só. Deixe me ver a paisagem do meu vazio, empanturrado coração. Será que dá tempo de limpá-lo antes de alguém mais chegar? Não me peça mais, nem me dê. Quero minha companhia e solidão. Não posso me dar agora.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Não Sei
Nessas águas calmas
Penso eu
Vou seguindo
Onde chegarei?
Quero o céu
A paisagem
Quando vou parar?
Não sei
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Vem amigo
Se quer conversar vem, senta aqui
Vamos olhar o mar
Não sei o que há, mas sempre nos conforta
Me diga o que sente
Sei que não posso mudar as coisas,
Mas posso fazê-las parecerem melhores
Tenho o dia todo e sou toda ouvidos
Afinal pra que servem os amigos
Veja!
Ainda temos o céu azul
Sinta a brisa do mar
Não ponha os pés na areia
Não fique no sol
Faça apenas o que gosta
Mostre-me o seu coração
Por que eu já tenho a chave
Levarei até lá o sol
Vamos olhar o mar
Não sei o que há, mas sempre nos conforta
Me diga o que sente
Sei que não posso mudar as coisas,
Mas posso fazê-las parecerem melhores
Tenho o dia todo e sou toda ouvidos
Afinal pra que servem os amigos
Veja!
Ainda temos o céu azul
Sinta a brisa do mar
Não ponha os pés na areia
Não fique no sol
Faça apenas o que gosta
Mostre-me o seu coração
Por que eu já tenho a chave
Levarei até lá o sol
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Quem são esses ?
De repente me vi lá
Não sabia se era carnaval
Ou se estava no circo
Eram palhaços
Falando de coisas absurdas
Disseram que eu era pobre
Que eu era feio
Que eu não conseguiria
E sabe não desacredito
As vezes acho que meus cachos
Minha pele, meu jeito
São feios, estranhos
Eram mesmo palhaços
Ou deuses
Eles determinaram meu fracasso
E eu acreditei neles
Não sabia se era carnaval
Ou se estava no circo
Eram palhaços
Falando de coisas absurdas
Disseram que eu era pobre
Que eu era feio
Que eu não conseguiria
E sabe não desacredito
As vezes acho que meus cachos
Minha pele, meu jeito
São feios, estranhos
Eram mesmo palhaços
Ou deuses
Eles determinaram meu fracasso
E eu acreditei neles
sábado, 6 de novembro de 2010
Azul
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